Tem dúvidas de como deve organizar a alimentação em casa?
Este é um espaço virtual focado na qualidade alimentar que a família deve praticar em casa, nas compras, na creche, na escola, no trabalho.
Aqui encontrará excelentes conselhos de Nutrição e também de Segurança Alimentar a seguir pelo consumidor para si e sobretudo para as suas crianças!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Prazo de validade dos alimentos: o que devo saber?

É do conhecimento geral que a alimentação é importante para a manutenção do organismo e para o prolongamento do bem-estar das pessoas, se a disponibilidade alimentar é adequada em quantidade e em qualidade... Nas sociedades modernas, a oferta alimentar é extremamente alta e corrompe assim, e muito facilmente, os estilos de vida do consumidor ao aliar-se a campanhas de marketing bastante apelativas e cujos preços atrativos tanto aliciam.

No meio de um consumismo desenfreado, em locais de distribuição alimentar repletos de embalagens de alimentos, o consumidor nem sempre tem o cuidado de analisar o rótulo sobretudo quando já fidelizou uma marca/produto que prefere, lhe dá prazer, tem confiança!

A embalagem alimentar- invólucro que acondiciona um género alimentício, processado ou semi-processado - tem vários objetivos para os quais o consumidor deve estar sensibilizado:

- Permitir a segurança do produto alimentar, preservando a sua integridade, e assim prolongar o respectivo estado de qualidade, protegendo assim a saúde do consumidor;
- Assegurar que o produto é preservado nas condições específicas requeridas, antes e depois de aberto, durante o transporte, armazenamento e acondicionamento no local de venda;
- Fornecer informação muito importante para o consumidor: dados de identificação do produtor, lote de produção, informação nutricional, quantidade/embalagem (peso ou volume), lista de ingredientes, prazo de validade,  elementos que pretendem elucidar o consumidor a tomar a decisão mais acertada para as suas necessidades pontuais mas também para agir em caso de reclamação.

Perante a atual conjuntura económica, a sociedade portuguesa deparou-se favoravelmente com a necessidade de reformular a gestão alimentar praticada em casa já que a alimentação representa uma das verbas  com mais peso no orçamento familiar. Assim, o rótulo dos alimentos e, em especial, o prazo de validade dos alimentos tem merecido especial destaque na análise dos rótulos alimentares levando o consumidor a adquirir produtos com maior prazo de validade mas também a interrogar-se, em casa, até que ponto este parâmetro de qualidade pode, seguramente, ser ultrapassado sem oferecer riscos no seu consumo?

Tenha em consideração que existem 2 tipos de denominação aplicada ao prazo de validade dos alimentos:
* "Consumir até..." - prazo de validade que encontrará na embalagem de alimentos muito perecíveis, ou seja, que se estragam com muita facilidade, como por exemplo carne/peixe frescos, leite do dia e iogurtes. Estabelece o prazo limite até quando alimentos desta natureza podem ser consumidos com segurança para o consumidor. Dado que possuem um prazo de validade muito curto, e quase sempre requerem condições específicas de armazenamento (refrigeração), é fundamental que compre apenas na quantidade que entende consumir brevemente. Por uma questão de proteção, e porque o transporte para casa pode provocar oscilações de temperatura,  porque as condições de frio em casa, são por vezes inconstantes, sugere-se que não consuma estes produtos alimentares fora do prazo;

* "Consumir de preferência antes de ..." ou "Consumir de preferência antes do fim de..." - prazo de validade aplicado a alimentos com maior durabilidade como os secos (farinha, arroz, feijão),  enlatados ou com maior resistência biológica (ovos) ou industrial (leite UHT). Procure realizar uma gestão eficiente da sua dispensa para assegurar, dentro do prazo, o consumo destes alimentos.

Saiba também que o prazo de validade dos alimentos indicado no rótulo da embalagem é válido apenas enquanto:
- a embalagem estiver intacta e fechada;
- o produto se encontrar nas condições de armazenamento indicadas, no rótulo, pelo fabricante do produto, e sempre antes de aberta a embalagem.

O consumidor deve ter presente que as condições que preservam o alimento, mesmo antes de abrir a embalagem, podem danificar o produto se forem desrespeitadas. Além disso, depois de aberta a embalagem, o tempo de vida útil do alimento é decrescente e, por conseguinte, o prazo máximo para o seu consumo e as respetivas condições de armazenagem podem ser distintas: consulte o rótulo sobre este assunto!

Durante o período vigente do prazo de validade, o fabricante do produto alimentar assegura a qualidade e segurança do alimento pelo que, caso o consumidor detecte um produto impróprio - com alteração da cor, cheiro, textura, sabor ou que tenha provocado doença -  deve reportar essa ocorrência directamente ao produtor ou mesmo no local onde adquiriu o produto. Preserve sempre a embalagem original que tem informações importantes como o lote e identificação/contacto do produtor. Deste modo, poderá reaver a importância dispendida mas, mais importante do que isso, contribuir assim para a optimização dos processos industriais e minimizar falhas, por vezes que só ocorrem quando o produto alimentar sai da fábrica onde foi produzido.

Evite, tanto quanto possível, aproveitar alimentos fora de prazo, especialmente os que indicam no rótulo "Consumir até...". Adopte novas medidas de poupança na gestão doméstica e na redução do desperdício alimentar:
- Vá às compras com mais regularidade e compre menos de cada vez;
- Consulte o prazo de validade durante a compra e escolha os produtos que têm maior prazo;
- Compre alimentos perecíveis em quantidades ideais apenas para consumo nos próximos dias;
- Arrume frequentemente a sua dispensa e coloque os prazos de validade à vista. Coloque os recém comprados atrás, os mais antigos à frente para serem consumidos primeiro;
- Evite sobrecarregar o frigorífico e o congelador, e mantenha-os sempre bem limpos;
- Limpe regularmente os armários e dispensas. Vigie a segurança da sua cozinha;

Espero ter ajudado. Tem dúvidas? Deite fora o alimento e deixe aqui ose seus comentários, ou testemunho! Obrigada!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Dúvidas da Mãe: cozinhar a vapor, sim ou não?


Desde a introdução dos sólidos que tenho utilizado uma máquina a vapor, onde confeciono todos os alimentos para o meu filho, desde a carne à fruta, e agora ao peixe. No entanto, verifico que muitas das minhas amigas confecionam os alimentos da forma habitual (ao lume), e todas as receitas que encontro são receitas elaboradas assim. Qual a sua opinião? É de facto mais saudável a cozinha a vapor? Estará o meu filho a perder alguma coisa em termos de sabor, dado que as receitas elaboradas ao lume permitem apurar mais os sabores e colocar outros condimentos? Quando devo deixar a máquina a vapor e cozinhar de forma mais parecida com a do adulto?


- Cozinhar a vapor, independentemente do método ou equipamento utilizado, é sempre um processo culinário que concentra sabor e exige menor teor de sal e até outros temperos (especiarias por exemplo). Por esta razão, vale sempre a pena, e para toda a vida, e para todas as idades, aderir a este modo de preparação culinária.

É verdade quando diz que existe pouca variedade de receitas para cozinhar a vapor...afinal trata-se de cozer alimentos, aquela que é a maneira menos atrativa de processar alimentos...!! Embora a mais saudável!!
Se pensarmos que a variedade na dieta é o melhor fundamento para um estilo de vida saudável então variar os alimentos consumidos ao longo da semana, suas marcas e formas de confeção, então entendemos facilmente que a cozedura a vapor, ainda que seja o método de confeção alimentar mais saudável, deve fazer parte paralela de uma oferta alimentar ampla. Lembre-se que a cozedura a vapor não é tão eficiente em equipamentos elétricos quando se pretende :
a) cozinhar maior quantidade de alimento: o que contraria o interesse em cozinhar simultaneamente para toda a família promovendo assim, e mais rapidamente, a adaptação da criança à dieta familiar;
b) nem todos os alimentos resultam bem na cozedura a vapor podendo levar a restringir um consumo equilibrado e diversificado
É fundamental que a criança esteja facilmente adaptada a uma dieta interessante e diversificada, promovendo assim o seu interesse e, consecutivamente, adaptação social e saúde.

E você... qual a sua experiência em cozinhar a vapor? Deixe o seu comentário.

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Ideias precisam-se! Rubrica das Mães.



Dúvida da Mãe, filha 18 meses:

Acho que preciso de algumas dicas em relação à minha de 18 meses!
A minha filha nunca foi uma criança fácil em termos de alimentação, aos 10 meses chegou ao percentil 50 e desde então tem vindo a decrescer e atualmente está no percentil 5! Já fez análises, colheita de urina, etc etc e está sempre tudo bem. 
Ela DETESTA a sopa, andamos nesta briga desde dos 6 meses de idade! Ela come o essencial para viver (4 colheres de sopa e 5/6 de arroz ou massa e com muitaaaaaaaa distração) e o que passa disso cospe, faz birra, grita, simplesmente não quer. Chegamos ao ponto de eu ter que coloca-lá na creche para ver se lá comeria melhor, o que está a resultar, dizem que ela não come como os outros, mas vai comendo.
Ela é daquelas crianças que fica 5/6/7 horas sem comer e não reclama, pode ficar rabugenta mas se oferto a sopa recusa sempre!!!!
Nas últimas semanas, ela tem comido uma muito boa quantidade de arroz e massa (5 colheres de sopa cheia), a sopa continua a ser o castigo. 
Então, o que pensei? Em vez de lhe dar a tradicional sopa, fazer arroz (e às vezes massa) todos os dias com um legume diferente.. tenho feito de cenoura, ervilhas, apesar dela não gostar de ervilha (mas acho que as vitaminas podem passar para o arroz, não?) e hoje vou experimentar fazer de tomate.. Pretendo fazer também (não sei se fica bom) de courgete, brócolos, beterraba e do que me lembrar mais. Ela não gosta muito de carne e peixe, tenho privilegiado os pratos tipo arroz de frango, massa com frango, arroz de peixe, etc. por causa do sabor.

O que me sugere doutora? O que acha de eu abdicar da "guerra" da sopa e passar a essa estratégia do arroz com um legume? Já não sei mais o que inventar.. 
Ideias, precisam-se.
(Mãe Carolina) 

Resposta da Especialista
Independente da idade da criança em questão, o mais importante é a família assegurar a rotatividade de alimentos de alto valor nutricional, procurando métodos de confecção saudáveis (e seguros) com uma frequência regular que respeite também o prazer na alimentação.

É claro que a sopa tem sempre um papel importante: 
1. É um excelente veículo alimentar de água, fibra, proteína, vitaminas e minerais.
2. Enquanto alimento praticamente consumido quente, tem o papel de ativar a digestão mais rapidamente;
3. Assegurando rapidamente o efeito de saciedade, pelo seu relevante papel nutricional, contribui para desviar da dieta infantil o consumo de outros alimentos, nomeadamente os desfavoráveis (ex. batatas fritas, pizza) ou os favoráveis (consumidos em excesso).
4. Trata-se de um alimento intrínseco à nossa cultura e que faz parte dos hábitos das famílias portuguesas.

Perante isto a minha sugestão é que "não baixe os braços" sobre o consumo da sopa. Inclua este alimento, de forma bem atrativa e variada, na dieta da família para que, gradualmente possa educar a sua menina. Sem pressões, sem opções desinteressantes...combinado?
Claro que oferecer massa e arroz com legumes é uma excelente iniciativa mas que, na minha opinião, deve complementar a ingestão da sopa e nunca contribuir silenciosamente para a sua substituição.
Compreendo perfeitamente a sua dificuldade e deixo-lhe algumas sugestões para ajudar neste processo:
- sopa de melão, canja cremosa, sopa com maçã, creme cenoura bebivel :-) Bora "trocar as voltas" à filhota?
(Solange Burri)

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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Receita para o Bebé: Creme de Couve-Flor com arroz


Creme de Couve-Flor com arroz
(para 4 doses)

1/2 litro de água; 300 g de batatas; 1 dente de alho; 30 g de cenoura; 1 couve-flor pequena; 1 colher (café) de azeite extra-virgem/dose;  2 colheres (sopa) de arroz carolino.


A sopa deve ser preparada separadamente do arroz.

Sopa: lave, prepare e corte os legumes em pedaços. Aproveite as folhas externas mais pequenas da couve-flor e reserve juntamente com alguns ramos mais pequenos da couve-flor.
Coloque a água a ferver. Junte os legumes, reservando as folhinhas e alguns raminhos de couve flor que coloca num cesto que coloca pendurado, na parte superior da panela, para cozer a vapor. Deixe cozer 30 minutos, em lume brando. Remova o cesto, triture a sopa e ajuste a textura com a água de cozer o arroz (se sobrou). Acrescente os legumes inteiros (cozidos a vapor). Sirva. Junte o azeite no prato para servir.

Arroz: à parte, coza o arroz em água abundante, durante 12 minutos. Incorpore na sopa já triturada.

Dicas:
* Mesmo que a criança não coma ainda legumes inteiros na sopa, é muito importante que a habitue a ver a sopa deste modo. Fica mais fácil concretizar, a médio prazo, a alteração de texturas.
* De vez em quando adicione um pequeno dente de alho na sopa. Deste modo estará a incorporar um poderoso antibacteriano que aumenta as defesas imunitárias da criança.
* Este creme, em dias especiais, fica excelente servido com pequenos cubos de pão frito.


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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Criança com peso a mais....o que fazer?

No intuito de orientar os Pais, e restante família, para combater a obesidade infantil, o Jornal "Público" publicou hoje o artigo "Obesidade Infantil: instituir bons hábitos é imperativo" no qual apresentei algumas linhas de orientação para ajudar as famílias nesta epidemia do séc.XXI...

Nos tempos que correm, em que somos alvo fácil de tamanha oferta (e variedade) de alimentos, a um preço tão competitivo, é facil cair na armadilha do excesso de peso. Miúdos e graúdos devem cuidar um pouco mais a alimentação e privilegiar a atividade física.

Mãos à obra! Divulgue o artigo a quem pode ser útil!



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sábado, 9 de maio de 2015

Pequeno-Almoço para Bebés: o que oferecer?


É do conhecimento comum que o leite, desde o 1º dia de vida, assume um papel fundamental no ideal desenvolvimento do bebé razão pela qual a sua ingestão é repetida e assídua ao longo de vários meses. Seja o leite materno, o leite de fórmula ou, mais tarde, o leite de vaca, é unânime reconhecer a sua importância nutricional na formação do esqueleto ósseo e da dentição para além do papel estrutural fornecido pelo seu teor em proteína, riqueza em vitaminas (A, D e K) e sais minerais (cálcio, fósforo, zinco). Neste domínio, o leite materno possui ainda vantagem acrescida, nomeadamente pelo fortalecimento dos laços afetivos entre mãe e filho, quer pela proteção imunitária que confere ao bebé, protegendo-o de riscos de doença a que se encontra, naturalmente, exposto.



Sem descurar a reconhecida importância do consumo do leite, sobretudo na infância e adolescência, a família deve ter presente que, por volta dos 12 meses, existe uma maior necessidade de enriquecer o pequeno-almoço infantil para além do habitual biberão ou momento matinal para amamentar.

Constato, ao longo de anos, no apoio técnico que tenho prestado às famílias com crianças pequenas que a 1ª refeição do dia é muitas vezes restrita ao leite, colocando de parte a oportunidade da criança consumir, logo pela manhã, fruta, pão ou cereais, alimentos que lhe oferecem novos teores nutricionais, como os hidratos de carbono, a fibra e novas vitaminas e sais minerais, não presentes no leite. Além disso, a criança apreende assim, e desde bem cedo, a apreciar uma refeição matinal mais completa, no momento do dia em que o organismo mais precisa.

E é através de momentos partilhados, nas refeições em casa, que a criança desperta para o padrão alimentar da família e se enquadra, cada dia, no consumo de novos alimentos. Enriqueça pois o pequeno-almoço da família, com opções saudáveis, e partilhe esse momento com a/o sua/seu filha/o, logo a partir dos 12 meses de idade. Acredite que um saboroso pão de mistura, uma fruta bem madura ou um punhado de cereais (com baixo teor de açúcar) no leite, podem despertar o interesse infantil e, lentamente, complementar a sua toma matinal de leite, nesta fase em que a criança se encontra tão desperta para alimentar-se sozinha e explorar tudo o que a rodeia.


Por volta dos 12 meses de idade, informe-se com o pediatra que acompanha a criança, sobre a quantidade de leite a reduzir na dose matinal para incentivar o consumo de outros alimentos, garantindo assim o máximo equilíbrio desta refeição assegurando também as atuais necessidades energéticas/nutricionais diárias que o seu filho precisa nesta fase.

E você... o que tem oferecido ao pequeno-almoço ao seu rebento? Deixe o seu comentário.

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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Queres sopa? Não!


Todos nós certamente conhecemos esta realidade e vivenciamos diariamente a recusa do consumo de sopa, seja por adultos ou crianças. E quando sabemos até a importância deste alimento na dieta e queremos respeitar este hábito, intrínseco à cultura portuguesa, e que tão bem encaixa no orçamento doméstico…O que se pode fazer?


Considero que há várias razões para perder o interesse pela sopa, sobre as quais vale a pena refletir:

1.      A sopa é monótona.
É muito comum verificar-se, em casa, um erro crasso: a sopa é preparada em grande quantidade procurando rentabilizar o tempo dispendido com a sua confeção. O resultado é desastroso: ao final de alguns dias, todos se cansam, e o restante alimento é inevitavelmente descartado. Além da perda nutricional e risco microbiológico que entretanto pode acumular;

2.      A sopa tem sempre o mesmo sabor.
Para simplificar, e poupar, a sopa tem vindo a ser um alimento encarado para reciclar tudo que é encontrado no frigorífico e precisa de um fim. Novo erro crasso. A sopa deve ter sempre uma apetência atrativa: uma textura leve e com base em legumes frescos. Compre menos, com mais frequência, e diversifique mais.

3.      Em casa, não há companhia para comer sopa.
Como as famílias conseguem implementar, com sucesso, o consumo de sopa pelas crianças se os adultos não lhes transmitem esse salutar hábito? Quando a sopa se repete dias a fio e a oferta alimentar paralela é tão interessante (e cómoda), é fácil declinarmos a sopa! Estará a fazer a melhor escolha para a sua saúde?

4.      Não há tempo.
Não há tempo para ir às compras, para fazer uma sopa rápida, para inovar na confeção, para partilhar o seu consumo…? Vivemos na era do fácil e rápido. Organize-se. Recorra aos legumes enlatados e/ou ultracongelados, de excelente qualidade, práticos e de custo acessível. Cozinhe com menos água: mais rápido e saudável. E aposte na qualidade dos ingredientes.

5.      Crie rotinas.
O ser humano favorece o hábito. Implemente o hábito da sopa: quente, fria, com carne ou só o osso. Com peixe ou só a cabeça. Com ovo ou só a gema. Com massinhas ou apenas cubos de pão. Com fruta. Com leguminosas. Com ervas aromáticas. À colher ou na caneca…Mas sempre, sempre, com originalidade e um sabor único, cada dia.


Portanto, na hora de perguntar “Queres sopa?”, não pergunte. Ofereça. E dê o exemplo. E coma a sopa com prazer. Na companhia dos seus. É saudável, sabe bem e recomenda-se!

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Compras para o Bebé: o que saber?


Na visita ao supermercado, a necessidade de saber escolher os produtos alimentares mais adequados, e não apenas avaliar a relação qualidade/preço afixada, adquire fundamentada preocupação junto das pessoas que assumem a responsabilidade da alimentação de crianças. Este facto está não só relacionado com a preocupação de valorizar nutricionalmente os cuidados alimentares deste vulnerável grupo de risco mas também pela excessiva oferta alimentar que atualmente se encontra e sujeita alvo de agressivas estratégias de marketing.



Por esta razão, este artigo pretende esclarecer os cuidados que devem orientar o consumidor no momento de adquirir alimentos para crianças rentabilizando assim uma escolha mais acertada que promoverá a certeza de uma compra bem sucedida e, a longo prazo, contribuirá sobretudo para um estilo de vida saudável e equilibrado, no seio familiar.
Saiba pois que produtos alimentares deve procurar nas prateleiras dos supermercados e quais deve evitar:

- Preparações de cereais (Papas): as instantâneas apresentam formulações muito semelhantes e podem ser preparadas a partir de água (lácteas, já contêm leite em pó) ou do leite do bebé (não lácteas) sendo que, neste último caso, são indicadas para bebés amamentados ou que apresentem um quadro de alergia ou intolerância. Instantâneas ou prontas-a-comer? Para as crianças mais pequenas, respeite a faixa etária a que se aplicam, varie as marcas e os sabores entre si, salvaguardando sempre a possibilidade de alergia em cada nova introdução. A introdução do glúten deve ocorrer por volta dos 6 meses e, de preferência, até aos 8 meses. Para qualquer faixa etária, vigie no rótulo, a composição nutricional em hidratos de carbono total, onde o elevado teor de açúcar pode ser dissimulado. Ajuste a dose recomendada para a porção que o seu filho normalmente consome mas evite ultrapassar estas dosagens vs idade da criança. Vigie igualmente o teor de sódio (sal) que deve sempre ser o mais baixo possível: compare os rótulos, neste parâmetro, compare de gramas com gramas, ou de mg com mg:  inspecione pois as unidades! A adição de mel ou de chocolate é totalmente desfavorável;

- Boiões de Fruta: os boiões, de composição 100% fruta, são a melhor opção para caso pontuais e que não comprometam o frequente consumo infantil de fruta crua. Evite produtos cujo rótulo registe mel na sua composição ou outro ingrediente que potencie o paladar doce (sacarose, frutose, dextrose, maltose…ose!) que a fruta naturalmente já possui. Fique atento a marcas mais baratas que desrespeitam o amadurecimento ideal da fruta e compensam a sua acidez com adição de ácido cítrico (E330) e de açúcar;

- Boiões de comida: no geral, estes produtos são de extrema qualidade e as reconhecidas marcas de alimentação infantil apresentam estes alimentos fortemente controlados tendo em conta as especificidades nutricionais das faixas etárias rotuladas. Mas o seu baixo teor proteico, adição desfavorável de sódio (sal) e necessidade de aditivos que salvaguardem a sua segurança fazem destes produtos uma opção desinteressante. Além disso, grande parte destas variedades gastronómicas não se adapta à cultura gastronómica portuguesa, o que pode ser um impedimento caso o alimento não tenha sido incorporado previamente na dieta da criança...

- Bolachas: as opções destinadas para bebés de idade mais precoce são interessantes, pela sua textura e formulação pouco rica em açúcar e sódio e sempre que o bebé não seja celíaco. A clássica bolacha maria é sempre uma boa opção: vigie no rótulo o teor de açúcar bem como de sódio e a existência de gorduras hidrogenadas (trans) e escolha a versão desta bolacha, mais simples, já que atualmente encontramos várias variedades deste produto.

- Iogurtes: escolha apenas as variedades refrigeradas que têm efeito probiótico. Antes da introdução do leite de vaca na dieta infantil, adquira apenas iogurtes de transição. A partir daí, privilegie o consumo de iogurte natural, não açucarado, sempre à base de leite semi-desnatado, o qual pode enriquecer com outros alimentos (fruta cozida ou crua, cereais, bolacha moída). Rejeite versões mini ou adoçadas com mel, lactose, frutose, etc. ou chocolate e atrações similares. Variando marcas, procure sempre o prazo de validade mais alargado. Variedade bifidus deve ser específica para crianças até aos 3 anos para não comprometer a sua flora intestinal residente. Opções light apenas por recomendação médica.

Existem outros alimentos, como as gelatinas e as sobremesas lacteas, bastante atrativas para as crianças mas nem sempre com a melhor qualidade nutricional. A regra é o equílibrio nas quantidades, na frequência e em salvaguardar o consumo dos alimentos realmente importantes com base numa análise cuidada do rótulo! Esperando que cumpra estes requisitos na rotina das suas compras lembro ainda da importância de favorecer sempre a alimentação não processada industrialmente, que deve confecionar a partir de alimentos frescos e de qualidade assegurada. Salvaguarda assim a saúde infantil, poupa na farmácia e…no pediatra! E nunca esqueça de inspecionar o prazo de validade e de armazenar, preparar, com todo o cuidado, em casa!

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Leia também:
Dicas sobre Alimentação Infantil (cliquem em cada dica!!)


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domingo, 30 de novembro de 2014

Quais os cereais mais adequados para o seu Filho?


São vários os contactos que me chegam focando dúvidas sobre que cereais comprar para as crianças comerem ao pequeno-almoço. A importância de diversificar e enriquecer a 1ª refeição do dia para além de aumentar a ingestão de alimentos energéticos são as principais causas que levam os pais, e muito bem, a procurarem introduzir este produto na dieta alimentar dos seus filhotes.
Contudo, a ideia apesar de boa, e coerente, pode tornar-se num perfeito e desiquilbrado desastre nutricional se a desvairado marketing alimentar vencer e no prato da criança surgirem variedades de cereais carregados de açúcar, chocolate, mel e até de ...sal.
Vale pois a pena falar hoje um pouco sobre a enorme panóplia de cereais à venda no mercado e, alguns deles, inapropriados ao consumo infantil.
Gostaria ja salientar que a opinião que irei tecer neste artigo é completamente isenta, com total transparência, tendo contudo o respeito profissional de não ferir a Industria alimentar...tal qual tenho feito com os artigos "Vou presa" e de onde destaco, face ao âmbito deste post, "O mel na alimentaçao infantil".


Apesar de se ter verificado a proibição de anunciar nos media o consumo de cereais para consumo infantil, dado o seu desfavoravel impacto nutricional, a verdade e que estes produtos continuam a aliciar miúdos e graúdos tendo em conta a sua vasta variedade nos espaços comerciais e quase sempre associada a interessantes brindes, de agrado certeiro da pequenada.
Atingindo um público alvo socialmente heterogéneo, que procura sobretudo enriquecer o pequeno-almoço, sobretudo quando o habitual biberão de leite se revela pouco saciante para a criança em pleno desenvolvimento, os cereais ocupam o lugar de destaque pela sua practicidade no consumo, na comodidade de estar pronto a comer e no elevado prazer sensorial, associado a formas e cores, que a criança nunca rejeita, encontrando-se assim e a preços até atrativos uma escolha muito fácil para o público que, acredita, estar assim a contribuir para o adequado desenvolvimento e a boa alimentação infantil...
Os cereais à venda no mercado, anunciados para consumo infantil apresentam, na sua maioria, uma rotulagem bastante completa e portanto de fácil interpretação. É pois importante que o consumidor esteja devidamente informado para interpretar a informação que lhe é disponibilizada para assim concretizar, face aos seus padrões de escolha, a sua aceitação, ou não...
Nao pretendo com este post divagar sobre a linguagem da rotulagem, por vezes vasta e complexa, mas confusa e até dúbia nalguns casos. Enquanto não definirem um critério comum para toda a Indústria Alimentar, o que já irá suceder a partir de dezembro/2014, através da aplicação do Reg.1169/2011/UE.


Na minha opinião, considero que os cereais supostamente aclamados para consumo infantil são aqueles, entre todas as variedades destes produtos, que apresentam a avaliação nutricional mais negativa e portanto são precisamente esses que devem ser os mais evitados. O seu elevado teor em açúcar, que ultrapassa em quase todos os casos os 15g/açúcares totais por 100g/produto para além do elevado teor em sódio, vulgar sal, que apresentam são razões mais do que suficientes para alertar os pais da escolha mais sensata que devem efectuar no momento de comprar os cereais destinados ao consumo infantil. Estes 2 ingredientes, aparentemente tão inofensivos, entre as várias implicações que trazem para o distúrbio da saúde, a médio e longo prazo afinam as papilas gustativas do pequeno consumidor e condicionam a que procure consciente e inconscientemente alimentos com teores mais elevados de açúcar e sódio, nomeadamente sumos e refrigerantes, bolachas, pães industriais, exemplos de alimentos com baixo interesse nutricional e que afastam da dieta aqueles que realmente devem sempre predominar: a fruta e os legumes, o leite e os cereais menos refinados.
Conclusão: o devaneio nutricional e duplamente negativo a longo prazo, traduz-se inevitavelmente no encaminhar precoce de uma alimentação deficitária e onde a falta de proteína, e de hidratos de carbono de absorção lenta não correspondem à taxa de crescimento e suas necessidades energéticas e nutricionais.
Assim, recomendo que a partir de hoje, e na hora de comprar estes produtos que se desejam ricos em hidratos de carbono, mas mais ricos em fibra, se dirijam DI-REC-TA-MEN-TE à zona dos cereais para consumo familiar, deixando para trás os rótulos decorados com bonecos e publicitando brindes infantis.


Os pais devem procurar variedades de cereais com um teor de fibra mediana já que as versões mais ricas em fibra também não são as mais adequadas ao consumo infantil porque impedem uma boa absorção do cálcio, e outros minerais, o que não se deseja, sobretudo nas crianças. Assim, o teor de fibra pode rondar as 10g/100 g de produto e, idealmente, o sódio deve ficar por valores abaixo dos 300mg/100 g produto (= 0,3g/100 produto). 


Será sempre interessante reforçar, relativamente ao consumo de cereais, ainda o seguinte:
1 - Cereais processados nunca devem ser ingeridos como snack, ou seja a "seco", pois foram concebidos industrialmente para absorver líquidos. Se não forem acompanhados com leite, ou outra bebida, poderão provocar episódios de obstipação, mais crítico nas crianças mais pequenas;
2- Nao devem fazer parte habitual do pequeno-almoço mas constituirem apenas uma alternativa pontual. O pão, preferencialmente de mistura, de centeio, de girassol, etc. são excelentes opções e permitem versões e recheios variados (ex. fiambre, manteiga, compota), quebrando facilmente a monotonia;
3-Importante, e muito interessante também, enriquecer nutricionalmente uma dose de cereais com fruta misturada ou frutos secos, tão ricos em vitaminas e minerais. Pedacinhos de fruta (ex. banana, morangos, pêra, maçã) e/ou de frutos secos (ex. amêndoa, noz) é uma forma excelente de variar, tal qual o pão, a oferta de uma simples refeição à base de cereais. Porque é que estamos tão habituadas a enriquecer iogurtes para os filhotes e não procedemos de igual modo com a ingestão dos cereais? 

4 - Experimentem também oferecer flocos de aveia com leite, e fruta, ou muesli com passas de uvas e fruta desidratada. Há mil possibilidades para oferecer, à criança, e tantas opções saudáveis e acessíveis! Aproveite a sua curiosidade, dê o exemplo e insista...delicadamente...cada dia!

Saliento ainda que, à semelhança do açucar e do sódio (sal), o mel ainda que apresente excelentes propriedades terapêuticas e medicinais, constitui igualmente um ingrediente a evitar pela sua capacidade estrategicamente adoçante, o mesmo acontecendo com o chocolate, pelo seu elevado teor em açúcar, gordura e sal.


Será sempre interessante reforçar, relativamente ao consumo de cereais, ainda o seguinte:
1 - Cereais processados nunca devem ser ingeridos como snack, ou seja a "seco", pois foram concebidos industrialmente para absorver líquidos. Se não forem acompanhados com leite, ou outra bebida, poderão provocar episódios de obstipação, mais crítico nas crianças mais pequenas;
2- Nao devem fazer parte habitual do pequeno-almoço mas constituirem apenas uma alternativa pontual. O pão, preferencialmente de mistura, de centeio, de girassol, etc. são excelentes opções e permitem versões e recheios variados (ex. fiambre, manteiga, compota), quebrando facilmente a monotonia;
3-Importante, e muito interessante também, enriquecer nutricionalmente uma dose de cereais com fruta misturada ou frutos secos, tão ricos em vitaminas e minerais. Pedacinhos de fruta (ex. banana, morangos, pêra, maçã) e/ou de frutos secos (ex. amêndoa, noz) é uma forma excelente de variar, tal qual o pão, a oferta de uma simples refeição à base de cereais. Porque é que estamos tão habituadas a enriquecer iogurtes para os filhotes e não procedemos de igual modo com a ingestão dos cereais? 

4 - E que tal experimentar também a oferta de cereais não processados, como a aveia ou o muesli? Se os pais podem dar o exemplo, no consumo destes alimentos saudáveis, façam-no sem hesitar. Enriqueçam a refeição com fruta desidratada, ou fresca, e variem cada dia. 

Consultora em Segurança Alimentar doméstica


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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O que os Bebés gostam de comer...?


Palatibilidade...? O termo é, no mínimo, estranho. E por isso não deveria iniciar este post nestes moldes. Mas é importante. Muito importante. PA-LA-TA-BI-LI-DA-DE. O que significa, segundo o dicionário português: o que é palatável, que tem sabor, que é agradável.

Nos últimos anos os investigadores da ciência alimentar têm-se debruçado firmemente sobre as características dos alimentos que levam à sua aquisição. O sabor, o aspeto, a textura e o cheiro são pequenos detalhes, quase imperceptíveis, que levam as pessoas a escolher um ou outro alimento, de acordo com estímulos nervosos que nem percepcionam e estão na ordem do dia quando se fala em marketing alimentar ou em consumismo alimentar. A palatabilidade incide na característica do sabor que dá prazer ao consumidor alimentar e o instiga a consumir determinado alimento em detrimento de outro, por vezes até menos saudável. Como exemplo, posso salientar o consumo de fast-food: toda a gente sabe que é pouco nutritiva mas nem contudo consegue parar de comer. Faz sentido? A combinação entre o teor de gordura, de açucar e de sal versus cores e texturas tornam esta cadeia de restaurantes famosa sobretudo também pela facto do consumidor saber que indepentendemente do ano, do local, da hora, o sabor é o mesmo, o que espera.

Ora, no que diz respeito à Alimentação Infantil, este aspecto é importantíssimo sobretudo se pensarmos que o Bebé está tão receptivo a todos os estímulos que a circunda, sejam cores, cheiros, movimentos mas contudo deseja ser conquistado/a e, quando isso suceder, existir alguma constância nos sabores que lhe apresentam, dia-a-dia!

Fotografia: M. João do Era uma vez...


O que quer dizer que perante a necessidade expressa da tantas vezes a progenitora diversificar a alimentação, também é importante que uma vez conquistado um sabor que o bebé aprecie, este deve ser apresentado no mesmo formato culinário pelas seguintes razões:

1 - Para que o bebé mais depressa associe um sabor a um alimento;

2 - Porque está em aprendizagem alimentar e se deseja expor o bebé mais do que uma vez a esse sabor, enraizando essa preferência;

3 - Porque psicologicamente o bebé está pouco receptivo a mudanças, e adora a rotina, por onde se orienta.


Nesse sentido, considero pertinente que se abra guerra na cozinha e se faça, por favor, comida agradável para o bebé, que até os pais tenham prazer em a comer! Porquê? Porque é importante que (também) a comida do bebé tenha palatabilidade, seja agradável, seja saborosa, seja atrativa, seja irresistivelmente boa!

A maior parte das pessoas concebe que a alimentação saudável é uma dieta insípida, completamente indicada para os bebés e que se recomenda aos pais em sabor, facto completamente errado. Uma boa alimentação pode e deve ser enriquecida de ervas aromáticas, um bom azeite extra-virgem (desde que em quantidade discreta!), alho fresco q.b., legumes e fruta frescos, especiarias, tantos ingredientes e tão ricos em que a nossa gastronomia é nobre e que tão depressa podem convencer as crianças mais resistentes e permitem também uma adaptação muito mais rápida à alimentação dos adultos, contribuindo também para o relaxamento familiar no que diz respeito á preparação das refeições de toda a Família. 

Assim, o conselho que deixo hoje é que transformem os pratos destinados ao Bebé em verdadeiras atrações culinárias, suculentas, dignas de a/o conquistar à primeira colherada em que, sobretudo o azeite, tenha o dom de ligar os ingredientes para além das enormes propriedades nutricionais que favorecem tão bem o seu intestino e a absorção das vitaminas que necessita. Lembrem-se também que o alho representa um poderoso antibacteriano, excelente para reforçar o sistema imunitário e que pode ser introduzido na dieta infantil a partir dos 8 meses, tal qual as ervas aromáticas que arrasam qualquer tentativa de adição de sal.

Pensem nisto e...na dúvida, o pai, a avó, o vizinho, o cão... prova e... aprova! Combinado?


Dra. Solange Burri
Consultora em Segurança Alimentar doméstica

Os seus comentários são sempre benvindos. É a sua reflexão que permite melhorar a intervenção BabySOL... fique por perto!

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