
Sou uma feliz mamã de primeira viagem, de um bebé de 19 meses, o Guilherme. O nosso querido filho demonstra já uma personalidade muito vincada, é muito curioso e não lhe chega visualizar as coisas, tem que mexer...
Pela primeira vez esta semana, fez uma birra enorme num centro comercial, quando lhe tirei da mão a minha carteira, apesar de lhe ter explicado que era a carteira da mamã e não devia mexer, o Guilherme optou por se atirar para o chão em prantos, daqueles prantos em que toda a gente vira a cara para ver o que se passa.
Tenho a noção de que não me controlei, peguei no Guilherme ao colo e fui para casa, tentando explicar-lhe que foi mau para a mamã e que fiquei triste...
Pois é, aqui começa a ansiedade e a dúvida... será que estou a proceder correctamente? O que fazer?
Tenho consciência de que não sou nem serei uma mãe perfeita e que hei-de errar na educação do Guilherme, mas apesar de estar bem consciente é inevitável o sentimento de medo... (Mamã Ana, filhote 19 meses).
Todas as mães na sua função de educar se deparam com dúvidas e medos relativamente à forma como educar, como reagir. Esta ansiedade é normal e partilhada por muitas mães. Não existem regras rigidas, cada mãe deve ter em conta as caracteristicas do seu filho e a situação em questão.
Em relação à situação que descreve, esta é muito frequente nas crianças da idade do Guilherme. Entre o 1 e os 3 anos as crianças tendem a testar os limites de forma a saberem até onde podem ir surgindo as primeiras birras... Estas devem ser encaradas como normais, fazendo parte do desenvolvimento da criança, contudo a atitude dos pais e familiares é preponderante na sua continuidade ou não.
Um dos aspectos muito importantes e que se deve ter em atenção é nunca reforçar a birra, ou seja, não ceder face ao desejo da criança. Por exemplo, se a criança está a fazer birra porque quer um brinquedo, não se deve dar o que ela deseja, pois ela vai associar a birra à obtenção de algo, passando a utilizar essa estratégia mais frequentemente.
Outro aspecto a ter em conta é a atenção dada à situação, ou seja, a importância que damos à situação de birra. Sempre que possivel devemos ser assertivos e dizer que NÃO à criança e desvalorizar a birra, deixar a criança esperniar, berrar,etc... sem que isso nos afecte. Quando a criança está a fazer uma birra e damos muita atenção (pegamos ao colo, tentamos dar-lhe outra coisa, etc...) estamos a dar-lhe uma atenção personalizada, o que de alguma forma pode também servir de reforço à birra. A criança pode pensar "se eu berrar e espernear a minha mãe vai pegar am mim ao colo, vai falar comigo etc...". Estas situações tornam-se mais complicadas nos espaços públicos, pois a criança percebe o quanto constrangedor é para os pais, aumentando assim as suas possibilidades de sucesso. Nestas alturas importa que enquanto pais sejam seguros, nunca cedendo.
É também muito importante explicar à criança o porquê do não, devendo contudo esta explicação ser dada num momento em que a criança esteja já mais calma e possa ouvir tranquilamente o que a mãe ou o pai lhe dizem. Só através da explicação a criança pode perceber e assimilar o porquê das atitudes.
As birras não desaparecem logo, os pais devem estar preparados para novas tentativas de testar limites, contudo se mantivermos um comportamento assertivo minimizamos o seu aparecimento e consequências.
Quando somos assertivos, estamos a ajudar os nossos filhos a crescer.
Manual de Instruções da Alimentação do BebéPela primeira vez esta semana, fez uma birra enorme num centro comercial, quando lhe tirei da mão a minha carteira, apesar de lhe ter explicado que era a carteira da mamã e não devia mexer, o Guilherme optou por se atirar para o chão em prantos, daqueles prantos em que toda a gente vira a cara para ver o que se passa.
Tenho a noção de que não me controlei, peguei no Guilherme ao colo e fui para casa, tentando explicar-lhe que foi mau para a mamã e que fiquei triste...
Pois é, aqui começa a ansiedade e a dúvida... será que estou a proceder correctamente? O que fazer?
Tenho consciência de que não sou nem serei uma mãe perfeita e que hei-de errar na educação do Guilherme, mas apesar de estar bem consciente é inevitável o sentimento de medo... (Mamã Ana, filhote 19 meses).
Todas as mães na sua função de educar se deparam com dúvidas e medos relativamente à forma como educar, como reagir. Esta ansiedade é normal e partilhada por muitas mães. Não existem regras rigidas, cada mãe deve ter em conta as caracteristicas do seu filho e a situação em questão.
Em relação à situação que descreve, esta é muito frequente nas crianças da idade do Guilherme. Entre o 1 e os 3 anos as crianças tendem a testar os limites de forma a saberem até onde podem ir surgindo as primeiras birras... Estas devem ser encaradas como normais, fazendo parte do desenvolvimento da criança, contudo a atitude dos pais e familiares é preponderante na sua continuidade ou não.
Um dos aspectos muito importantes e que se deve ter em atenção é nunca reforçar a birra, ou seja, não ceder face ao desejo da criança. Por exemplo, se a criança está a fazer birra porque quer um brinquedo, não se deve dar o que ela deseja, pois ela vai associar a birra à obtenção de algo, passando a utilizar essa estratégia mais frequentemente.
Outro aspecto a ter em conta é a atenção dada à situação, ou seja, a importância que damos à situação de birra. Sempre que possivel devemos ser assertivos e dizer que NÃO à criança e desvalorizar a birra, deixar a criança esperniar, berrar,etc... sem que isso nos afecte. Quando a criança está a fazer uma birra e damos muita atenção (pegamos ao colo, tentamos dar-lhe outra coisa, etc...) estamos a dar-lhe uma atenção personalizada, o que de alguma forma pode também servir de reforço à birra. A criança pode pensar "se eu berrar e espernear a minha mãe vai pegar am mim ao colo, vai falar comigo etc...". Estas situações tornam-se mais complicadas nos espaços públicos, pois a criança percebe o quanto constrangedor é para os pais, aumentando assim as suas possibilidades de sucesso. Nestas alturas importa que enquanto pais sejam seguros, nunca cedendo.
É também muito importante explicar à criança o porquê do não, devendo contudo esta explicação ser dada num momento em que a criança esteja já mais calma e possa ouvir tranquilamente o que a mãe ou o pai lhe dizem. Só através da explicação a criança pode perceber e assimilar o porquê das atitudes.
As birras não desaparecem logo, os pais devem estar preparados para novas tentativas de testar limites, contudo se mantivermos um comportamento assertivo minimizamos o seu aparecimento e consequências.
Quando somos assertivos, estamos a ajudar os nossos filhos a crescer.
Psicóloga Equipa BabySol®
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Se possui uma forma particular de ultrapassar as birras do seu rebento...partilhe neste espaço! Ideias precisam-se...pois a prática é, por vezes, difícil...

Olá.
ResponderEliminarLi atentamente este post e há uma questão que me faz sempre confusão e um conceito que não consigo perceber bem, que é o que se entende por "testar os limites".
Se me puderem esclarecer seria óptimo, pois tenho 3 filhos e nunca consegui perceber esta questão.
Obrigada
S.
Olá S.
ResponderEliminarObrigada pela sua participação.
Relativamente à sua questão, informo:
- Ao longo do seu desenvolvimento, a criança vai aprendendo a lidar com o meio que a rodeia, explorando os objectos, espaços e relações com os outros.A criança aprende através da experimentação, logo vai tentar experimentar várias situações de forma a ver a reacção daquelas que a rodeiam. O desafio à autoridade começa também nesta fase, a criança tende a afirmar a sua vontade perante os outros e para efeito tende a contrariar as regras estabelecidas pelos pais. Testar limites refere-se a este tipo de comportamento desafiante, sendo natural para a criança e um passo importante no seu desenvolvimento.
Esperámos ter ajudado.
Bjs e fique por perto!
Marta Salazar
"Quando a criança está a fazer uma birra e damos muita atenção (pegamos ao colo, tentamos dar-lhe outra coisa, etc...) estamos a dar-lhe uma atenção personalizada, o que de alguma forma pode também servir de reforço à birra."
ResponderEliminarSe não for eu a dar atenção personalizada aos meus filhos quem é que a vai dar? Os professores na escola, as educadoras no infantário? Acho que eu sou a pessoa indicada para tal, e já agora aproveito para ser exemplo de como gostava que o meu filho reagisse numa possível situação difícil. Eu sonho com um mundo em que as pessoas tenham mais compaixão uns com os outros e por isso tento viver tendo isso em conta.
"A criança pode pensar "se eu berrar e espernear a minha mãe vai pegar am mim ao colo, vai falar comigo etc..."."
E se a criança antes pensa, “Ah que bom é ter alguém que se preocupa comigo, que gosta de mim, mesmo quando estou a ter alguma dificuldade e que não é fácil lidar comigo”? Eu gosto de partir do princípio que todas as pessoas têm boas intenções, em qualquer idade.
"Estas situações tornam-se mais complicadas nos espaços públicos, pois a criança percebe o quanto constrangedor é para os pais, aumentando assim as suas possibilidades de sucesso."
Dá-me ideia que a sociedade em geral têm uma opinião especialmente baixa acerca das intenções das crianças, parece que estão aqui para nos chatear e nos fazer passar vergonhas. Eu acredito que quando um dos meus filhos chora e está altamente frustrado que ele me pede ajuda e claro que o vou ajudar!
"Só através da explicação a criança pode perceber e assimilar o porquê das atitudes."
Tenho a certeza (e por isso vigiamos os nossos filhos) que uma criança com 19 meses não tem capacidades cognitivas para tal, se as tivesse isso permitiria que após ter explicado a uma criança de 19 meses que não se pode correr para a estrada, que a seguir a podia deixar brincar sozinha à beira da estrada. Porque se eu explicasse tudo bem explicadinho à criança, ela podia ficar ali sem vigilância porque ela percebeu o perigo real de correr para a estrada e ia ter isso em conta.
E não será que uma criança aprende muito mais através da observação de como as outras pessoas reagem? Não é por nada que há um provérbio que diz: “As acções são mais sinceras que as palavras”
"As birras não desaparecem logo, os pais devem estar preparados para novas tentativas de testar limites, contudo se mantivermos um comportamento assertivo minimizamos o seu aparecimento e consequências."
Se isto fosse verdade as “birras” já não seriam problema para ninguém (acabavam mal tinham começado), porque a maior parte dos pais tenta essa abordagem e como é possível que essa fase das “birras” demore na mesma 2 anos?
"Quando somos assertivos, estamos a ajudar os nossos filhos a crescer."
Aqui até concordo, gostava é de acrescentar que dizer “não” e ignorar o meu filho parece-me ser assertivo na transmissão de uma mensagem, a de que “o meu amor é condicional, e só gosto de ti quando me agrada o teu comportamento”
Que tal reagir de modo a tentar arranjar alguma compreensão para o nosso filho e reconhecer que pode ser difícil perceber todas as regras de convivência e mais ainda segui-las sem sentir alguma frustração se por acaso não concordamos com a regra? E que tal redireccionar a atenção da criança noutro sentido, por ex. dando lhe a chave do carro ou ter um brinquedo na mala especialmente para este tipo de situações (por ex. um porta moedas antigo ou um molhão de chaves que já ninguém usa?) Aí sim, ensino ao meu filho que o meu amor por ele é incondicional e que tento também ver o lado dele e quando ele sente frustração (e as “birras” no meu entender são derivados a situações frustrantes para a criança) tento mostrar disponibilidade emocional para isso, reagindo de forma amigável e compreensiva.
Natália Fialho, mãe de 3 filhos entre os 20 meses e os 6 anos, moderadora da Liga La Leche (aleitamento materno) e da API (Educação Intuitiva)
Em primeiro lugar gostava de dizer que acredito nas boas intenções de cada um e que tudo o que escrevi foi escrito com a intenção de mostrar um olhar diferente sobre o foco que a sociedade tende a ter sobre o comportamento das crianças. E que valorizo a compreensão e a compaixão como ferramentas poderosas para criar um mundo mais pacífico.
ResponderEliminar"Todas as mães na sua função de educar se deparam com dúvidas e medos relativamente à forma como educar, como reagir."
E não será muito mais importante transmitirmos uma mensagem de amor incondicional aos nossos filhos? Porque é essa a base de tudo na vida, ou não? Como é que uma criança se pode tornar num adulto auto-confiante e resistente às dificuldades que a vida/sociedade proporciona, se em bebé nem se quer tem uma ligação afectiva forte na qual lhe é transmitido um amor incondicional?
"Um dos aspectos muito importantes e que se deve ter em atenção é nunca reforçar a birra, ou seja, não ceder face ao desejo da criança."
A meu ver este conselho vai muito no sentido da psicologia comportamental em vez de considerar as capacidades cognitivas da criança e objectivos educativos a longo prazo e gostava, por isso, de apresentar um ponto de vista diferente face à situação descrita pela mãe do Guilherme.
Se me ponho no lugar do Guilherme a situação podia ter sido descrita da seguinte maneira.
“Eu estava a brincar com a carteira da minha mãe enquanto a minha mãe fazia as compras e começo a brincar com a carteira dela, algo que não desgosto, a carteira parece ser algo muito importante e eu sou curioso, sou pequenino e quero aprender. E enquanto a minha mãe tira as compras do carrinho eu começo a explorar a carteira quando de repente a minha mãe me tira a carteira, com um sorriso, a dizer “não” (aquela palavra que o meu cérebro não entende, preferia se me alguém dissesse o que posso fazer em vez daquilo que estou a fazer (experimente consigo próprio, o cérebro em todas as idades lida muito mal com a negação) e eu como ainda não sei explicar bem o que pretendo, tento transmitir à minha mãe que para mim é muito importante descobrir as coisas e perceber como as pessoas se relacionam. Enfim a minha mãe não me entendeu e eu fico extremamente frustrado e infelizmente ainda não aprendi lidar bem com a frustração, por isso atiro-me ao chão nem sei bem porquê, mas parece que uma força maior se apodera de mim e eu pumba estou no chão a chorar. E o que faz a minha mãe, ela não me ajuda, não me tenta acalmar, não pega em mim, ela parece só gostar de mim quando sou um menino lindo e bem comportado. Estou a entrar em pânico, mas ela não gosta de mim o suficiente para me apoiar neste momento difícil que estou a passar? A quem vou recorrer de futuro quando não souber lidar com alguma situação?” (Imaginemos agora o Guilherme ter 10 ou 15 anos e ter um problema qualquer. Será que ele vai ter uma relação de confiança com os pais que permite que se dirija a eles em momentos difíceis?)
O que aprendeu o Guilherme com esta situação:
1) Se não me porto “bem” não gostam de mim.
2) Se tenho um problema mais vale calar-me.
3) Se a minha mãe gostasse de mim ela ia ajudar-me.
4) Não posso confiar em ninguém.
5) Algo comigo não está bem. (Isto por si já é razão suficiente para mais tarde consultar um psicólogo para tentar reverter este tipo de pensamento que até pode levar à depressão)
"Sempre que possivel devemos ser assertivos e dizer que NÃO à criança e desvalorizar a birra, deixar a criança esperniar, berrar,etc... sem que isso nos afecte."
Então eu como mãe agora vou fingir que os estados emocionais (mesmo os menos fáceis) dos meus filhos não me preocupam? E quando eles tiverem problemas na escola ou alguém lhes oferece drogas ou sei lá? Eu quero que os meus filhos confiem em mim e que saibam que podem sempre (sim sempre!!!) contar comigo. E que saibam que os amo incondicionalmente e que estou do lado deles.
Bom Dia,
ResponderEliminarandava eu às voltas com as constantes birras da minha filha (tem quase 3 anos) quando uma amiga minha me aconselhou o livro Disciplina Positiva
Jane Nelsen e a partir dai passou a fazer uma/duas birras por dia. "Criança mal comportada é uma criança desmotivada", segundo a autora.
A mim ajudou-me bastante,
PM
Obrigada Drª Marta
ResponderEliminarMas por que temos que entender este comportamento como desafiante...será que nós adultos quando teimamos em alguma coisa tb estamos a fazer birra...ou será que estamos a tentar mostrar o nosso ponto de vista e ficamos frustados quando não o entendem?
Será que essas birras não poderão ser um sinal de que há algo com as crianças que não está bem, alguma necessidade que elas não sentem satisfeitas e como não têm ainda a capacidade de se expressarem ou de saber lidar com a frustação, agem de acordo com os seus impulsos...eu prefiro encarar dessa forma...não consigo olhar para uma criança de 19 meses a fazer uma birra e vê-la a "desafiar".
Estou mais com a mãe/pai PM. Conheço o livro e aconselho vivamente.
Obrigada.
Boa tarde! Estou perfeitamente de acordo com o conceito de que as crianças precisam de regras e quando se lhes diz não, eles têm que aprender que é não mesmo. E infelizmente, o que mais se vê, são criançinhas mal educadas, que claramente não conhecem limites. Dito isto, aproveito para colocar uma questão. Tenho uma bébé de 18 meses, que sempre comeu lindamente e continua a fazê-lo no infantário. Por vezes dorme mal a noite, fica mais cançada e à hora de jantar faz birra para comer a sopa. Tenho como princípio, e explico-lhe sempre, que se não comer a sopa, não come mais nada em substituição; deixo que se acalme e passado meia hora, uma hora, volto a tentar. Normalmente resulta, especialmente se a birra for ao almoço (já cheguei a dar-lhe o almoço na hora do lanche); se fôr ao jantar, a situação complica-se, até porque entretanto é hora de dormir, e portanto a birra agrava-se e acabo por apenas lhe conseguir dar leite antes de a deitar. Estou a proceder correctamente? Que alternativas me sugere para lidar com a situação? Obg.
ResponderEliminarOlá
ResponderEliminarObrigada pelos comentários.
Nesta situação parece-me importante perceber se a birra que a sua bebé está a fazer está relacionada com o cansaço que possa sentir ou se está relacionada com o não querer comer sopa.
Caso esteja relacionada com o cansaço, poderá experimentar dar o jantar um pouco mais cedo se possível, reforçando o facto de quanto mais depressa comer a sopa mais depressa pode ter uma actividade que ela gosta. Caso a birra esteja relacionada com a alimentação poderá utilizar a sua estratégia contudo poderá alterná-la com outras, evitando que a bebé se habitue á ideia que não comerá nada, mas que depois tem o leite antes de dormir.
Outras estratégias que pode utilizar: apresentar um prato que a bebé goste especialmente e dizer-lhe que poderá comê-lo depois da sopa e reforçar a importância da sopa para crescer e poder brincar. A mãe é a pessoa que melhor conhece a sua bebé pelo que só a mãe poderá perceber o porquê da birra.
Obrigada e até breve,
Marta Salazar